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TRABALHOS PUBLICADOS PELA COMISSÃO DE BIOSSEGURANÇA DA UNIGRANRIO

Braz Oral Res 2007;21(Suppl. 1):31

Acidentes com material biológico em instituição de ensino odontológico do Estado do Rio de Janeiro

Souza RA*, Chagas IJ, Herdy AC, Vieira C, Damasceno RO, Araujo TM

O objetivo deste trabalho foi avaliar a ocorrência de exposições a material biológico notificadas na Escola de Odontologia da UNIGRANRIO entre 2000 e 2005. Foi realizado estudo retrospectivo com base no arquivo de exposições a material biológico da Comissão de Biossegurança. A população consistiu de estudantes, professores e funcionários da Escola de Odontologia. Os dados foram analisados quanto a freqüência, percentual e pelo teste do ?². A amostra consistiu de 121 acidentes, 107 (88,4%)ocorreram em estudantes de graduação, 5 (4,1%) nos docentes, 3 (2,5%) em dentistas, 4 (3,3%) com funcionários e 2 (1,7%) em alunos da pós-graduação. A média de idade dos acidentados foi de 23,87 (± 4,773) anos, sendo 99 (81,8%) do sexo feminino. Quanto ao tipo de exposição, observamos que 117 (96,7%) foram percutâneas e 4 (3,3%) em mucosa ocular. Em relação ao instrumental relacionado ao acidente, 58 (47,9%) estavam associados à agulha carpule, 11 (9,1%) à sonda exploradora, 9 (7,4%) com broca, e 7 (5,8%) com agulha de irrigação. Dos procedimentos relacionados às exposições, 47 (38,8%) ocorreram durante procedimento clínico, 29 (24,0%) durante anestesia, 9 (7,4%) durante procedimento cirúrgico e 9 (7,4%) logo após o atendimento. Observou-se significância estatística (p < 0,05) na imunização pelas mulheres, onde 13,4% destas e 36,4% de homens não haviam iniciado o esquema vacinal para hepatite b.

Conclui-se que é necessário aprimorar a educação quanto a prevenção e condutas diante das exposições ocupacionais a material biológico, buscando minimizar a ocorrência dos acidentes.

Braz Oral Res 2007;21(Suppl. 1):31

Avaliação da subnotificação de acidentes biológicos em estudantes de instituição de ensino odontológico

Souza RA*, Chagas IJ, Herdy AC, Vieira C, Damasceno RO, Araujo TM

O objetivo deste trabalho foi verificar a ocorrência de subnotificação de acidentes biológicos pelos alunos de graduação à Comissão de Biossegurança da UNIGRANRIO-RJ. Aplicou-se questionário, com perguntas abertas e fechadas, para os alunos que desenvolveram atividades clínicas no ano de 2006. A amostra consistiu de 207 estudantes, correspondendo a 79,3% do universo de estudo. Os dados foram analisados quanto a freqüência, percentual e pelo teste do ?2, empregando o programa SPSS. A média de idade dos participantes foi de 23,7 anos, sendo 144 (69,6%) mulheres. Da amostra estudada (n = 207), 35 (16,9%) estudantes sofreram acidentes, totalizando 46 exposições durante o ano. Entretanto, apenas 14 destes notificaram à Comissão de Biossegurança 17 exposições no período. Não foi observada significância estatística (p > 0,05) entre o gênero, período e notificação dos acidentes. Dentre as razões citadas na ocorrência das exposições, observaram-se 11 (27,5%) por instrumento defeituoso, 8 (20%) por realizar o procedimento com pressa, 7 (17,5%) por treinamento insuficiente, 4 (10%) não seguiram protocolo de atendimento clínico. Quanto aos motivos para a não notificação das exposições, verificou-se que 42,9% consideraram exposição tecidual pequena, 28,5% relataram o instrumento estar limpo, 17,9% não sabiam o que fazer, 7,1% paciente de baixo risco, e 3,6% referiram que o protocolo era extenso.

Conclui-se que é necessário aprimorar as informações sobre a importância da notificação e do protocolo após acidentes biológicos, visando a redução do risco da transmissão de doenças infecciosas na Odontologia.

J Public Health Dent 2006; 66(1):282-4.

Infection Control Measures Among Senior Dental Students in Rio de Janeiro State , Brazil

Rogério A. de Souza, DDS, MSc; Fátima M. Namen, DDS, PhD; João Galan Jr, DDS, PhD; Cristine Vieira, DDS; Heddie O. Sedano, DDS, Dr. Odont.

Objective: The aim of this study was to verify the practices and attitudes of senior dental students about infection control procedures. Methods: A cross-sectional survey was performed during the 1st semester of 2003. Open- and close-ended questions were given to 196 students in 6 universities. Results: Overall, 90.8% of students had been vaccinated for hepatitis B. Only 25.0% have been assessed for anti-HBs. A total of 99.5% students reported always using gloves for all procedures. Eye protection were always used by 84.2% of students, and all the students used face masks for all procedures. Caps or hair covers were used by 92.3% of students and 87.8% reported no objection to treating patients with infectious diseases. Among instructors, the students observed that 60.2% of them did not use gloves for all procedures, 43.4% of those didn't change gloves between patients. Conclusions: These results address the need for an improved quality assurance, in order for the students and faculty to improve their practices and attitudes on infection control measures

Key Words: infection control, dentistry, dental students, infectious diseases.

Anais do VI Congresso Pan-Americano e X Congresso Brasileiro de Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar 2006; 1: 176.

Exposição Ocupacional a Material Biológico em Instituição de Ensino Odontológico do Estado do Rio de Janeiro

SOUZA, RA; CHAGAS, IJ; HERDY, AC; OLIVEIRA, LC; DAMASCENO, RO

Introdução: As medidas de precaução padrão promovem proteção aos profissionais contra a maioria dos microrganismos. Entretanto, as exposições acidentais a material biológico, apresentam risco aos profissionais durante a prática clínica e laboratorial. A Comissão de Biossegurança da UNIGRANRIO, desenvolve suas ações de acordo com as recomendações de atendimento das exposições ocupacionais a material biológico preconizadas pelo Ministério da Saúde. Objetivo: O objetivo deste trabalho foi avaliar a prevalência de exposições ocupacionais a material biológico ocorridas na Escola de Odontologia da UNIGRANRIO, no período entre janeiro de 2000 à dezembro de 2005. Material e Métodos: Foi realizado estudo retrospectivo com base no arquivo de exposições a material biológico da Comissão de Biossegurança da UNIGRANRIO. A população consistiu de estudantes, professores e funcionários da Escola de Odontologia. Os dados foram analisados quanto a freqüência, percentual e pelo teste do X², empregando o programa SPSS® (11.0.1). Resultados: A amostra consistiu de 121 acidentes biológicos, destes 107 (88,4%) ocorreram em estudantes de graduação, 5 (4,1%) nos docentes, 3 (2,5%) em dentistas, 4 (3,3%) com funcionários e 2 (1,7%) em alunos de pós-graduação. A média de idade dos acidentados foi de 23,9 (±4,8) anos, sendo 99 (81,8%) do sexo feminino. Quanto ao tipo de exposição, observamos que 117 (96,7%) foram percutâneas e 4 (3,3%) em mucosa ocular. Em relação ao instrumental relacionado ao acidente, 58 (47,9%) estavam associados à agulha de carpule, 11 (9,1%) à sonda esploradora, 9 (7,4%) com broca, e 7 (5,8%) com agulha de irrigação. Dentre os procedimentos relacionados às exposições, 47 (38,8%) ocorreram durante procedimento clínico, 29 (24,0%) durante anestesia, 9 (7,4%) durante procedimento cirúrgico e 9 (7,4%) logo após o atendimento.

Conclusões: Conclui-se que é necessário aprimorar a educação quanto a prevenção e condutas diante das exposições ocupacionais a material biológico, buscando minimizar a ocorrência dos acidentes, bem como o risco de transmissão de doenças infecciosas no ambiente odontológico.

Braz Oral Res 2006; 20(suppl):224.

Verificação do estado vacinal para hepatite b em instituição de ensino odontológico do Estado do Rio de Janeiro

Souza RA*, Chagas IJd, Herdy AC, Araújo WC

O objetivo deste trabalho foi avaliar o estado de vacinação para hepatite b nos indivíduos expostos a material biológico na Escola de Odontologia da UNIGRANRIO, no período entre janeiro de 2000 à dezembro de 2005. Foi realizado estudo retrospectivo com base no arquivo de exposições a material biológico da Comissão de Biossegurança da UNIGRANRIO. A população consistiu de estudantes, professores e funcionários da Escola de Odontologia. Os dados foram analisados quanto a freqüência, percentual e pelo teste do X², empregando o programa SPSS® (11.0.1). A amostra consistiu de 121 acidentes biológicos, destes 107 (88,4%) ocorreram em estudantes de graduação, 5 (4,1%) nos docentes, 3 (2,5%) em dentistas, 4 (3,3%) com funcionários e 2 (1,7%) em alunos de pós-graduação. A média de idade dos acidentados foi de 23,9 (±4,8) anos, sendo 99 (81,8%) do sexo feminino. Dentre os acidentados (n=121), 66 (55,5%) haviam sido vacinados pelo esquema completo, 32 (26,9%) realizaram esquema incompleto e 21 (17,6%) não haviam sido imunizados até o momento do acidente. Observou-se significância estatística (p< 0,05) na imunização pelas mulheres, onde somente 13,4% destas e 36,4% homens não haviam iniciado o esquema vacinal para hepatite b. Além disso, dentre os indivíduos vacinados pelo esquema completo (n=66), apenas 20 (30,3%) realizaram verificação laboratorial de sua eficácia, pela quantificação de anti-HBs.

Através dos resultados, observa-se a necessidade de aprimorar a imunização para hepatite b, bem como a verificação de sua eficácia, buscando diminuir o risco de sua transmissão no ambiente odontológico.

Enfermagem Atual 2006; 32:16-9.

O Risco de Não Usar os Equipamentos de Proteção Individual

SPEREIRA, Edeusa de Souza ; ROCHA, J. S. ; SALVADOR, V. J. G.

J Bras Clin Odontol Int 2004; 8(44):140-3.

Biossegurança: Análise e Melhoria de Processo em Acidentes Biológicos
Biosecurity : "Analysis and Improvement of Process in Biological Accidents"

najar José das Chagas*, Anadir Cordeiro Herdy** , Wilson Chagas de Araújo***, Madeleine Souza das Chagas****, João Luis Brancoli Orives*****

A pesquisa visa ao melhoramento em um dos processos da biossegurança, no que diz respeito aos acidentes biológicos em uma instituição de ensino odontológico. Fizeram parte do Centro Operacional alunos da graduação, docentes, pessoal de apoio e administradores. A perspectiva atual é a redução dos acidentes para 1,5% a 2% por semestre, em relação ao quantitativo de pessoas envolvidas nas clínicas e laboratórios, o prognóstico da anterior era de 2,5% a 3%. Constatou-se que com a utilização de algumas técnicas ou ferramentas da qualidade, houve uma diminuição dos acidentes, melhorando a confiabilidade, segurança e redução de custos.

Palavras-Chave: Prevenção de acidentes; Acidentes e eventos biológicos; Precauções universais; Contenção de riscos biológicos.

Rev Bras Odontol 2003; 60(2): 82-6.

O Impacto Atual das Hepatites Virais na Odontologia.
Current impact of viral hepatitis in Dentistry

SOUZA, Rogério Alves de ; NAMEN, Fátima ; SOARES, Eduardo Lúcio.

Durante a prática da odontologia, existe um risco potencial para a transmissäo de doenças infecciosas. Dentre estas doenças, as hepatitis virais causam grande preocupaçäo aos cirurgiões-dentistas, estudantes de odontologia e auxiliares, por sua forma de transmissäo e possíveis complicaçöes decorrentes de tais doenças. Neste artigo, seräo discutidos os aspectos relevantes das hepatites virais e suas implicaçöes para o atendimento odontológico.